martes, 11 de mayo de 2010

MIS REFERENCIAS LITERARIAS: ARLINDO VEIGA DOS SANTOS

http://3.bp.blogspot.com/_0HvzyMgowCA/SbnmtdFOwLI/AAAAAAAAAPI/IYjEinXpwLA/s320/Arlindo.jpg

http://www.assis.unesp.br/cedap/cat_imprensa_negra/imagens_biografias/arlindo_veiga_santos.jpg

-Volvemos, pues, a nuestro amado mundo de las quinas. Esta vez a la Lusitania de América. Arlindo Veiga Dos Santos, profesor de la Universidad Católica de São Paulo, aquel genial poeta negro que tanto amó la tradición y las raíces, en una proyección universal. Muy apegado a la filosofía tomista y a la historia portucalense, desarrolló una amplia labor en campos como el inglés, el latín, la sociología, la filosofía, la historiografía y por supuesto la poesía. Hijo del desquiciado siglo XX, Veiga Dos Santos va a suponer un aliento fresco en un mundo cada vez más golpeado. Su amplio saber, reflejado en sus labores como vasto polígrafo, lo hacen acreedor de un lenguaje suave, rítmico, emocional, intimista, galopante de península y ultramar. Entendía la tradición ("a novidade da tradição" solía decir) como "el pasado en marcha", un "aforismo" que a mi juicio encierra toda una grandeza intelectual con la que me identifico poderosamente, como habrán visto en algunos hilos de este blog donde explico (O al menos lo intento) mis inspiraciones familiares.


Ahí les dejo unos cuantos versos que son los que más me inspiran de este poeta sudamericano de fuertes raíces africanas y también enlaces:


"Quando dei por perdidas as batalhas,
quando dava a vitória por perdida,
ouvi na sombra a legião de Idéias
que marcham poderosas no silêncio..."




"O certificado santo do Batismo
que me centrou em Cristo
me marcou sobre a terra
para o universalismo da vocação cristã...
(......) Não sou daqui ou dali;
sou de todos:
do Brasil, de Portugal,
de Moçambique, atalaia
da empresa oriental;
de Angola, Timor, Guiné,
Diu, Goa, Macau, Açores,
da ideal ‘Ilha dos Amores’,
Cabo-Verde e as ilhas suaves
onde pulsa Funchal,
do Príncipe e São Tomé.
(......) São meus patrícios imperiais
Bilac, Eça, Sardinha e Don Dinis; Camões,
Casimiro, Garret; Isabel e Florbela;
os violeiros
das vastidões interioranas, trovadores
de África, Oceania, Ilhas e lusa China,
do Continente todas as vastidões
herança dos Avôs, almas de aventureiros,
cruzados da Liberdade Divina,
honra da Cristiandade,
sábios, campeões da Cruz e da fraternidade que a Mãe Igreja ensina
para o bem da humanidade.
Terras de Santa Maria!
Terras da Imaculada Conceição,
D’ Aquela que na Cova da Iria,
mais de uma vez,
à nós se dirigiu em Português!
Terras Lusitanas (que Neo-Luso eu sou em reta varonia!),
em vós nasci no Sangue e pelo Espírito,
pela Cultura e pelo Coração.
Terras de Santa Maria!
Terras da Imaculada Conceição!"






Arlindo Veiga dos Santos - Wikipédia, a enciclopédia




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