lunes, 9 de julio de 2012

SAUDADE DE PORTUGAL (IV).


ESTOU SAUDOSO

Faz pouco que te foste
E já tenho saudade,
Tenho saudade de ti,
Crê-me que é verdade.


É de justiça dizer,
Que este meu coração,
Tão atribulado como sempre,
Acha agora poderosa razão.


Que estranha forma de vida,
Tem este meu coração,
De forma perdida vive,
E bate pela tua recordação.


Eu queria ir contigo,
Para conhecer de novo Lisboa,
E ali, no Bairro Alto,
Beijar-te com paixão na boca.


Meu coração, tão independente,
Agora só escuta uma voz,
É a saudade que escreve,
A minha letra com nova dor.


Eu.... Que vou fazer?
Ficar preso da saudade?
Acho que é muito possível,
E acho que é muito agradável....


Teimosamente te digo
Minha querida da alma,
Que tenho saudade de ti,
E não posso ter calma.


Ai, lei de saudade,
Um amor peregrino,
Como não ficar preso,
Dos sinais do destino?


Desperta-se em mim,
Um sentimento letal,
Que quando lembro teus olhos,
Quero, quero chorar,


Saudoso, saudosinho...
Eu estou assim!
Esta saudade intensa,
É que morro por ti.




PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO 


PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO (2).


PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO (3).



 SAUDADE DE PORTUGAL.


SAUDADE DE PORTUGAL (II).


SAUDADE DE PORTUGAL (III).