jueves, 9 de agosto de 2012

SAUDADE DE PORTUGAL (V).

 

 EU SOU UM SENTIMENTAL

No fundo, na verdade,
Eu sou um sentimental,
E por isso que me imagino,
Estando sempre em Portugal.


Eu sou um sentimental,
Mas nao sou um fingidor,
Eu desejo lirismo, e estando
Longe de ti, tenho dor.


É que eu queria estar
Passeando pela torre de Belém,
Ou em Fátima, ou no Estoril,
Ou no Algarve outra vez.


Ou em Alcobaça, ou em Óbidos,
Ou em Sintra, o na Batalha,
Com uma boa bica, olhando,
O sentimento da minha alma.


Eu sou um sentimental,
Eu quero cantar um pregão,
Cheio de ideias e ternura,
Cheio de lusitana razão.


Por tudo, precisamente,
Porque sou um sentimental,
Eis aqui um espanhol apaixonado,
Loucamente por Portugal.


Por isso, no navio
Da minha -atribulada- cabeça,
Navega-se com alegria,
Evocando terra portuguesa.


Eu sou um sentimental,
Um lusófilo, pois então!
Minhas palavras não mentem,
Nem mente meu coraç
ão.




ANTONIO MORENO RUIZ: UNA POESÍA BRASILEÑA.

 

ANTONIO MORENO RUIZ: UNA POESÍA BRASILEÑA (2).

 

SAUDADE DE PORTUGAL (IV).

 

PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO

 

PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO (2).

PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO (3).


 SAUDADE DE PORTUGAL.

SAUDADE DE PORTUGAL (II).


SAUDADE DE PORTUGAL (III).

 

SAUDADE DE PORTUGAL (IV).