jueves, 11 de octubre de 2012

POEMAS EM PORTUGUÊS.

 
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NEVOEIRO

Olha como está o dia,
É puro nevoeiro,
Fevereiro ja morreu,
Desperta-se o meu sentimento.


E assim, estou como aquela,
Canção que nunca escutei,
Ou como aquela volta,
De que nunca voltei.


Nevoeiro de dia,
Nevoeiro da memória,
Nevoeiro, como um sonho,
Que quer fazer-se história.


Nevoeiro insubstancial, mas....
Porque meu sentimento acirra,
Como se estivera procurando,
Uma esperança sebastianista?


Este nevoeiro, está no céu?
Está no céu ou vem dele?
Ai, quem sabe isso,
Nevoeiro este, ou aquele....


O nevoeiro tem um tom,
Ou em verdade, tem muitos,
Será, pois, de hesitação,
Ou é uma poeira de mudos?


Ai, mas eu não sei ainda,
Porque fico pensando,
Nos dias de nevoeiro,
Querendo atingir um fado.


Ai, nevoeiro que parece
Ser a derradeira saudade,
Nevoeiro para lembranças,
Nevoeiro para a íntima arte.


Dia de nevoeiro,
Dia como que português,
Dizem que traz chuva,
E o que está por trazer...


Ah, em dia de nevoeiro,
Quantas coisas são pensadas,
E com isso, minha cabeça,
Sempre como se fosse lusitana.





ANTONIO MORENO RUIZ: UNA POESÍA BRASILEÑA.

 

ANTONIO MORENO RUIZ: UNA POESÍA BRASILEÑA (2).

 

PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO

 

PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO (2).


PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO (3).

 

SAUDADE DE PORTUGAL.


SAUDADE DE PORTUGAL (II).

 

SAUDADE DE PORTUGAL (III).

 

SAUDADE DE PORTUGAL (IV).
  

ENTRE A SAUDADE DE PORTUGAL E UMA POESIA BRASILEIR...

SAUDADE DE PORTUGAL (V).

 
SAUDADE DE PORTUGAL (VI).