sábado, 3 de noviembre de 2012

POEMAS EM PORTUGUÊS (2).


Para hoje, dia de chuva,
Só desejo ternura,
Ternura em silêncio,
Traz-me meu mistério.


Ternura, ternura lírica,
Como é, bem íntima,
Submergida ternura,
No sonho sem loucura.


Ternura lusitana,
Lágrima hispana,
Nao sou português,
Nao sou? Talvez....


Tempo de tardinha,
Lamentos, palavrinhas;
Musica nos ouvidos,
Desenhos escondidos.


A ternura dum abraço,
De amizade desejado,
A ternura dum beijo,
Nuns lábios doces e belos.


A ternura da cidade,
Que amanhece, que nasce,
E quando deito-me, a mente,
Descansa elegantemente.


Coração aberto, independente....
Ou fechado realmente?
Coração que ternura acha,
Na imagem duma sozinha praia.


Sim a palavra é prata,
Muitas vezes é barata,
Contradições escuras,
Só peço ternura!


Ternura de outono e inverno,
Mas não de verão intenso,
Nem de primavera tampouco,
A ternura não é para o louco.


Ternura portuguesa,
Emblema da nobreza,
Dum povo marinheiro,
De Igreja e império.


Triste é meu sentimento,
Pois nao estou muito perto,
Ternura lusa, tanto me chamas,
Que meu amor inflamas.





ANTONIO MORENO RUIZ: UNA POESÍA BRASILEÑA.

 

ANTONIO MORENO RUIZ: UNA POESÍA BRASILEÑA (2).

 

PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO

 

PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO (2).

 


PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO (3).

 

SAUDADE DE PORTUGAL.


SAUDADE DE PORTUGAL (II).

 

SAUDADE DE PORTUGAL (III).

 

SAUDADE DE PORTUGAL (IV).

  
ENTRE A SAUDADE DE PORTUGAL E UMA POESIA BRASILEIR...

SAUDADE DE PORTUGAL (V).

 
SAUDADE DE PORTUGAL (VI).

POEMAS EM PORTUGUÊS.