jueves, 2 de mayo de 2013

POEMAS EM PORTUGUÊS (VIII).


*Imagen extraída de recantostugas.blogspot.com

 PENA

Quando acho os campos sós,
E contemplo a largura do mar,
Uma pena na minha alma,
Invade-me com escuro ar.


Quando olho o céu,
Percebo a solidão,
Quando penso, lembro e sinto,
Dói-me o coração.


Quando à tardinha merendo um doce,
Desejo café ou chá,
Então, desenho uma loucura,
Lírica, pura, sentimental.


As folhas das árvores,
As pinturas, as cores,
Tudo se junta, tudo,
Sofrendo as próprias emoções.


Eu não sei, na verdade,
Se estou nervoso ou tranquilo,
Fico preso da imaginação,
Fico preso disto e daquilo.


Falta ordem na minha cabeça,
E isso tem a sua "razão",
Tenho uma pena na minha alma,
Pena que é pura contradição.


A pena confunde-me,
Ai! que pena tão grande,
Esta pena que julgo bruta;
Quem compreende esta saudade?





 


ANTONIO MORENO RUIZ: UNA POESÍA BRASILEÑA.

ANTONIO MORENO RUIZ: UNA POESÍA BRASILEÑA (2).

PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO

PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO (2)


PORTUGAL: SEMPRE NA INSPIRAÇÃO (3).
 

SAUDADE DE PORTUGAL.

SAUDADE DE PORTUGAL (II).

SAUDADE DE PORTUGAL (III).

SAUDADE DE PORTUGAL (IV).
 
 ENTRE A SAUDADE DE PORTUGAL E UMA POESIA BRASILEIR...

SAUDADE DE PORTUGAL (V).

 
 SAUDADE DE PORTUGAL (VI).


POEMAS EM PORTUGUÊS.

POEMAS EM PORTUGUÊS (2).

POEMAS EM PORTUGUÊS (3).


POEMAS EM PORTUGUÊS (4).
POEMAS EM PORTUGUÊS (5).


POEMAS EM PORTUGUÊS (VI).


POEMAS EM PORTUGUÊS (VII).