domingo, 2 de noviembre de 2014

POEMAS EM PORTUGUÊS (XXVI)

Imagen de www.boasnoticias.pt


VERDES OLIVEIRAS

Verdes oliveiras,
de pretas azeitonas,
a vossa imagem me enche,
de terrenais ondas.

Verdes oliveiras,
secas, direitas e fortes,
me desenham o Guadiana,
e Trás-os-Montes,

e me dirigem ao mar,
cujo final não é conhecido.
Verdes oliveiras,
eu sou vosso filho!